Ajude um casal
a começar uma família.

Doe os seus ovócitos e contribua para a concretização
de um sonho. É simples e seguro.

Porquê Doar?

Em Portugal, cerca de 300 mil casais são inférteis, ou seja, têm maior ou menor dificuldade em realizar um grande sonho: ter filhos.

Estima-se que cerca de 10 a 15% dos casais que iniciam tratamentos de fertilidade poderão necessitar de doação de gâmetas, nomeadamente femininos, para concretizar o sonho.

É por este motivo que queremos chamar a atenção para a doação de ovócitos. Os tratamentos de procriação medicamente assistida (PMA), com a doação altruísta de ovócitos, podem ser a solução para casais que desejam muito ter um filho.

A realização destas técnicas é possível desde que as indicações para as mesmas cumpram as exigências legais e da arte médica e exista uma dadora compatível (etnia, grupos sanguíneos ABO/Rh, altura, cor da pele, cor dos olhos e cor do cabelo).

A sua ajuda pode ser fundamental para muitos casais.

Se está interessada em ajudar a criar uma família, contacte-nos. É com todo o gosto que explicaremos o processo e procuraremos esclarecer todas as dúvidas.

Ao ser seleccionada como dadora poderá ter uma das maiores recompensas da sua vida, que é ajudar um casal a realizar o sonho de ter filhos!

Como Doar?

Existem vários centros de PMA, públicos e privados, por todo o País, entre os quais o Centro de Genética da Reprodução Prof. Alberto Barros. O recrutamento e a selecção das dadoras só podem ser realizados em centros expressamente autorizados para tal. A selecção das dadoras deve ser feita com base na idade, saúde e antecedentes médicos, pessoais e familiares, fornecidos num questionário e confirmados mediante entrevista pessoal realizada por médico. A idade limite para uma dadora é de 34 anos. Os centros devem assegurar que as potenciais dadoras:

  • Recebem toda a informação adequada e assinam o consentimento informado;
  • São submetidas aos testes de rastreio obrigatórios;
  • Compreendem que a doação de ovócitos é voluntária, de carácter benévolo e não remunerada (embora possam receber uma compensação estritamente limitada ao reembolso das despesas efectuadas ou dos prejuízos directa e imediatamente resultantes da dádiva).

É dever das dadoras fornecer com verdade todas as informações solicitadas sobre a sua saúde e eventuais doenças familiares. A dadora deve ser avisada de que é seu dever informar o centro onde foi feita a doação se vier a saber que sofre de uma doença genética não suspeitada anteriormente ou que é portadora de um gene causador de uma doença grave. Cada dadora não pode efectuar mais do que três dádivas ao longo da vida, independentemente de a doação resultar ou não em gravidez. O intervalo entre as doações de ovócitos deve ser superior a 6 meses. Para muitas dadoras a principal motivação para a doação é ajudar a criar famílias! A doação não tem carácter lucrativo ou comercial. É um acto altruísta, de bondade e de generosidade. Caso decida ser dadora pode beneficiar da experiência dos profissionais do centro que a acompanham, informam e dão conselhos. A doação de ovócitos é anónima, isto é, nem o casal receptor nem as crianças eventualmente nascidas como resultado da dádiva poderão ter acesso à identidade das dadoras, excepto “por razões ponderosas reconhecidas por sentença judicial” (n.º 5 do artigo 15.º da Lei n.º 32/2006, de 26 de Julho). A dadora e o casal receptor nunca se podem conhecer e não é possível seleccionar uma dadora em concreto a pedido do casal receptor. Esquematicamente, o processo de doação decorre do seguinte modo:

Como qualquer procedimento clínico, a doação de ovócitos pode ter complicações, pelo que é fundamental que qualquer sintoma estranho seja relatado imediatamente ao médico assistente do Centro de PMA.

Onde Doar?

Centro de Genética da Reprodução Prof. Alberto Barros

Morada: Av. do Bessa, 240 – 1.º Dto. Frente
4100 - 012 Porto
Tel: 226 007 517
www.cgrabarros.pt

Faq

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